Segundo relatório divulgado pela BDO, o estudo segue “rigorosa métrica que inclui 18 diferentes variáveis entre dados financeiros históricos dos clubes, informações publicadas em pesquisas com os torcedores, dados de marketing esportivo, hábitos de consumo e dados sociais e econômicos do mercado em que atuam os clubes analisados”.
O Corinthians segue na liderança, sendo o único a romper a barreira bilionária: sua marca valeria R$ 1.108,2 milhões. A acirrada disputa entre Flamengo e São Paulo continua, com o Rubro-Negro atingindo R$ 855,4 milhões frente aos R$ 848,2 milhões do Tricolor Paulista. Completam os 12 maiores: Palmeiras (R$ 496,4 milhões), Internacional (R$ 412,9 milhões), Santos (R$ 377,4 milhões), Grêmio (R$ 359,6 milhões), Vasco (R$ 323,2 milhões), Atlético-MG(214,9 milhões), Cruzeiro (R$ 202,8 milhões), Fluminense (R$ 170,2 milhões) e Botafogo (R$ 124,2 milhões).
Chama atenção a disparidade envolvendo Corinthians, Flamengo e São Paulo e todos os que os sucedem. Além da capacidade econômica, a polarização entre torcedores jovens certamente é um dos fatores cruciais para a relevância do trio. Segundo o Datafolha, nada menos que 50% da torcida nacional entre 16 e 24 anos seria flamenguista, corintiana ou são paulina.
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